Alexandre Correa tem mais uma dor de cabeça no âmbito criminal. Segundo informações do Portal Leo Dias, o empresário, alvo de graves acusações da ex-affair Flavinha Cheirosa, foi condenado a um ano e um mês de prisão no regime aberto por crimes contra a honra de Roberto Leonessa, advogado de Ana Hickmann. Ele ainda pode recorrer da decisão.
Alexandre sofreu a ação após xingar o advogado em três diferentes entrevistas neste ano. Em janeiro, chamou Roberto de “algoz da Ana Hickmann”, “canalha”, “verme” e “lixo de advogado” em entrevista a um podcast.
Dois meses depois, em outro programa virtual, o empresário se referiu ao advogado como “filho da puta”, “maldito”, “beostio”, “asno” e “gato”. Apenas dois dias depois, em mais um podcast, Roberto foi chamado de “patife” e “mentiroso”.
Em nota ao portal, o advogado de Alexandre, Bruno Ferullo, afirma que a decisão, proferida em primeira instância, ainda não transitou em julgado e a defesa vai recorrer. Eles alegam que não houve prática de crime contra a honra.
“Reiteramos que Alexandre sempre exerceu seu direito constitucional à liberdade de expressão e que não houve intenção de ofender a honra de qualquer pessoa. Confiamos que as instâncias superiores irão reconhecer a ausência de elementos suficientes para sustentar a condenação. A defesa seguirá adotando todas as medidas jurídicas cabíveis para restabelecer a verdade dos fatos”, diz nota.
É a terceira vez nos últimos meses que Alexandre sofre uma condenação criminal. Primeiramente, ele foi condenado a três anos de prisão pelo crime de calúnia por decisão da 4ª Vara Criminal da Barra Funda, em São Paulo. O motivo foram as acusações de que Edu Guedes teria começado um relacionamento com Ana quando ela ainda era casada.
A sentença aponta que Alexandre fez acusações sem apresentar qualquer prova. A juíza avaliou que o ex de Ana “extrapolou os limites da liberdade de expressão” e atingiu a honra de Edu quando uma fez uma acusação de forma infundada.
No mês passado, Alexandre foi condenado a um ano de prisão em regime aberto por violência doméstica, acusação feita pela ex-mulher em novembro de 2023. Ele pode recorrer. Além da condenação, houve também a manutenção de medida protetiva a favor de Ana.